16 de janeiro de 2021 - 14:39

Cidades

28/12/2020 13:56

Dirigentes do Hospital Laura de Vicunã afirmam que renovação de contrato é prática lícita no Brasil e proprietário registra BO contra acusações

Fonte: Elisangela Neponuceno-Nobres Noticias

A renovação do contrato de serviços do Hospital e Maternidade Laura de Vicuña com a Prefeitura Municipal de Nobres, que deveria ser uma ação interna entre as duas instituições, acabou virando noticia em veículos de comunicação que decidiram além de opinar, emitir juízo de valor e fazer denúncias graves que necessitam ser comprovadas, segundo os dirigentes da unidade de saúde.
A discussão sobre renovação de contratos é uma prática comum no país e não é vista como uma "crise", já que as instituições, patrões e funcionários, lançam mão desta modalidade para rever pontos, que necessitam ser ajustados.
O proprietário do Hospital, inclusive já registrou um boletim de ocorrência para que as situações levantadas sejam comprovadas no âmbito jurídico.
O site Nobres Notícias, foi recebido pelos diretores do Laura na manhã desta segunda-feira (28), que fizeram questão de reforçar o desdobramento que o financeiro faz para atender a demanda com os recursos que dispõe e não deixar nenhum munícipe sem atendimento.
Hoje o Hospital recebe mensalmente da prefeitura o valor de R$ 230 mil reais, mais R$ 50 mil das AIHs e R$ 30 mil de auxílio, em quatro parcelas para o combate ao coronavírus.
Conforme o proprietário, João Fonseca, o setor de finanças fez uma verdadeira "ginástica", para não prejudicar os atendimentos durante os últimos anos.

João detalhou que até 2012, o município deixou de quitar valores que foram negociados e pago em parte pelo ex-prefeito Gilmar Sebastião, o Gilmarzinho da Ecoplan, que para não penalizar a população solucionou com os recursos que tinha disponível, em partes o problema.
Para o dono da unidade, o preço dos serviços hospitalares está defasado e a pactuação feita foi respeitada. Além disto a prefeitura repassa 12 parcelas e o hospital arca com 14 folhas de pagamento, entre salários, férias e décimo terceiro.
De acordo com a faturista, Lucinete Kalonga, a Comissão de Acompanhamento de Contratualização (CAC), que tem como um dos membros o vereador Rogério Frazão Sampaio, que é enfermeiro e legislador, fiscaliza os atendimentos e tudo é registrado em ata..
Lucinete enfatizou que a atual administração, não atrasou os repasses durante os 48 meses da gestão e fez os reajustes necessários, durante o período, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).


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